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José André Neto, que abandonou a vida de executivo para ser coach: “Fomos feitos para dar certo”

"Nada me deixa mais feliz do que resultado, perceber que aquele treinamento não foi apenas mais um e que, de fato, houve a mudança.", diz.

 

Sou formado em Direito e atuei por anos como executivo de uma multinacional. Eu era o profissional com maior alcance de metas na minha área. Um dia, durante uma reunião, um dos meus chefes criticou o fato de eu fazer muitos cursos, pois ele não queria me liberar por um dia. Fiquei chateado e pedi para sair. Consegui um acordo. Com o dinheiro da indenização, resolvi apostar na carreira de coach. Deu certo.

Atualmente, trabalho bem mais que nos tempos da antiga empresa. Agora, ministro treinamentos, muitas vezes por 12/13 horas/dia, acumulando ainda a gestão da Febracis no Rio de Janeiro, onde sou o diretor. Além disso, estudo todos os dias entre uma hora e meia e duas horas. Nunca trabalhei tanto. Mas nunca fui tão feliz. Descobri o que amo fazer, o que me dá prazer. Mas ainda assim, pessoas bem próximas não entendem como eu larguei uma carreira executiva para ser coach. Mas deu certo. Descobri o que nasci para fazer.

Comigo foi assim. Iniciei no mundo do coaching em 2014, quase que “por acaso”, após muita insistência da minha esposa. Eu sempre iniciava as coisas na minha vida, os estudos, os trabalhos, e já pensava no que estava por vir, lá na frente. Nunca dava continuidade. Desde que fiz o meu primeiro treinamento na Febracis, só acumulei ganhos em todas as áreas da minha vida. O coaching me mostrou qual era a minha falha, onde estava meu problema. Ser coach e diretor na companhia me proporcionou o alinhamento da minha missão e propósito de vida. Entendi, de fato, que o que sabia tinha me trazido até determinado patamar; e era exatamente o que não sabia que me conduziria a outro nível de conquistas.

O segredo na vida, em tudo, está em fazer o que se ama, o que dá prazer. Essa história de que quando se troca de área profissional é porque quer trabalhar menos, relaxar, não existe. Quando se ama, a dedicação é ainda maior.

Já fiz de quase tudo na vida. Sou ótimo de relacionamento. Como um bom filho de imigrante português, atuei em vários segmentos nas empresas da família, como restaurantes, postos de gasolina, lojas. Mas nada nunca foi tão gratificante como agora.

Ser coach não é usar ideologia barata, não é uma aventura. É trabalhar de forma conjunta o racional e o emocional, com metodologia, de forma técnica. Atuamos com o Método do Coaching Integral Sistêmico (CIS), em que as bases do conteúdo se ancoram na Neurociência, na Física Quântica, na Psicologia Positiva e na Programação Neurolinguística. Trabalha a Inteligência Emocional.

Eu acredito que o mundo pode ser mais colaborativo, com as pessoas mais carinhosas e respeitadoras umas com as outras. Fomos feitos para dar certo.

Por acreditar que o ser humano pode ser melhor, por querer ajudar o outro, amo ser coach. Todo o meu trabalho tem como base valores como integridade, meritocracia, ação, excelência ética e responsabilidade. Nada me deixa mais feliz do que resultado, perceber que aquele treinamento não foi apenas mais um e que, de fato, houve a mudança. É a esposa de um aluno chegar e dizer que descobriu outro marido. Acreditar, sim é possível. Dá certo.

Haverá curso treinamento do Método CIS, entre os dias 19 e 21 de janeiro de 2018, no Riocentro, e já está com as inscrições abertas pelo site http://febra.me/ingresso-mcis-186. São três dias de imersão e já impactou mais de 300 mil vidas, foi desenvolvido para ajudar pessoas a superarem suas próprias barreiras internas e alcançarem todo o seu potencial.

 José André Neto, além de advogado e diretor da Febracis Rio de Janeiro, também é palestrante e coach diplomado pela Febracis e pela FCU – Florida Christian University/ EUA.

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