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Cúrcuma, poder concentrado na culinária e para a saúde

A raiz de origem asiática vem sendo estudada como antiinflamatória, antioxidante, melhorando a memória e até atuando contra o câncer

 

A cor é um vermelho-alaranjado intenso. O aroma, intenso, lembra a terra. É a cúrcuma, raiz muito usada na culinária oriental – é o que dá o tom amarelo ao curry – e que, segundo diversas correntes da medicina natural, tem um efeito antiinflamatório e especialmente benéfico à saúde. E o melhor: bastariam poucos gramas por dia – uma colherinha de chá – para desfrutar desses efeitos positivos.

Conhecida como tumérico, raiz-de-sol, açafrão-da-índia, açafrão-da-terra – apesar de o açafrão ser outro tempero, aliás muito mais caro – a cúrcuma muitas vezes é confundida com outros produtos de cor parecida, como o colorau, um pó vermelho, que tinge os alimentos de um laranja forte e vem do urucum. Mas a raiz, que atende pelo nome científico de Curcuma longa, é da família do gengibre.

Há estudos – como esse, do governo americano  – relacionando a curcumina, o principal ingrediente ativo da cúrcuma, com efeitos antiiflamatórios, antioxidantes, baixam o colesterol e teria até ação anti-câncer. Outros estudos enfatizam o poder da curcumina sobre os neurônios, ajudando inclusive a memória; e sobre os estados de depressão, melhorando, em última análise, o funcionamento do sistema imunológico. Contraindicações, são poucas: quem tem problemas da vesícula deve evitar seu consumo. Diabéticos e grávidas, moderar e monitorar.

Pode ser adquirida em casas de temperos. Além dos pratos temperados com o pozinho vermelho, é possível consumir a cúrcuma em cápsulas.

Dicas sobre a cúrcuma no dia a dia:

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