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“Alimentar-se bem é chegar mais perto do autoconhecimento e da felicidade” – artigo da chef Karen Couto

Vida plena tem que ter alimento de todos os tipos: material, mental, espiritual


Alimento é sinônimo de felicidade? Amar-se é alimentar-se bem?

Essa é uma decisão toda sua. É o nosso livre arbítrio que define o nosso estilo e a qualidade da nossa vida. Quando falo em alimentação, me refiro a tudo o que nos nutre – atividade física, meditação, práticas espirituais e, é claro, o alimento em si. O nosso ser compreende o corpo físico que abriga o emocional, o psíquico e o mental. Quando vivemos o momento presente como um presente e nos nutrimos com pensamentos, intençōes, atividades e refeiçōes positivas e saborosas, temos muito mais chances de alcançar o autoconhecimento que possibilita a  vida no auge das nossas capacidades.

Durante muito tempo, vivemos na cultura do Ter e não do Ser, distantes de nossa essência e do que realmente nos faz verdadeiramente felizes. Os bens materiais, a ambição e o conforto estão e devem continuar, de alguma forma, em nossas vidas, desde que atendendo aos nossos propósitos de felicidade, não sendo eles próprios a ideia de realização. Bom, a menos que a essência dos seus objetivos seja essa.

Os alimentos de qualidade nos aproximam de densidades energéticas positivas, nos direcionam a momentos, sentimentos e companhias agradáveis. Fazem com que o nosso corpo seja inteligente e seletivo, despreze o que não o serve e faz bom uso e assimila o que contribui para o seu ótimo funcionamento.

No livro que acabo de lançar – Você Pode Ser Mais Feliz Comendo -,  sugiro algumas práticas como a ingestão da água com limão de manhã (não em casos de refluxo ou restrição médica), o consumo de alimentos da época – especialmente os vegetais (de preferência, orgânicos) e gorduras boas – abacate, óleo de coco, azeite de oliva etc; além de meditação ao menos uma vez ao dia, nem que seja apenas fechar os olhos por cinco minutos prestando atenção na respiração. Recomendo também atividade física, que movimenta os órgãos, melhora a qualidade da respiração, da circulação sanguínea,do sono e contribuem para a eliminação de toxinas.

A espiritualidade também é um ponto muito importante. Não me refiro à religião e sim a uma conexão com o ‘divino’ que habita dentro de você. Esse alimento, como os outros de que estamos falando, facilita o caminho para o autoconhecimento. E é profundamente relevante que o organismo esteja com o sistema imunológico fortalecido, a energia em alta, a mente clara e positiva e os sintomas aguçados. Tudo isso nos alerta para possíveis desconfortos que podem evoluir, transformando-se em patologias.

Quando nascemos, ganhamos um corpo. Se o tratamos devidamente, ele será o melhor parceiro e estará a nosso favor. Todos somos, sem exceção, indivíduos únicos e especiais – portanto, temos que valorizar a nossa existência para que a oportunidade de vivermos uma vida plena e feliz não seja desperdiçada. Vamos começar a nos cuidar a partir de hoje? Beleza, alto astral, energia e saúde, o que mais é possível?

 

*Karen Couto está lançando seu primeiro livro, ‘Você pode ser mais feliz comendo’ (Intergrare Editora e livraria Ltda) .  A publicação funciona como uma espécie de guia que contempla dicas, sugestões e curiosidades para uma vida mais saudável. Instagram: karencoutooficial

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